• Rui Cardoso

    Há 50 anos um movimento com que ninguém contava punha tudo em causa. Surgia num momento de prosperidade económica e não de crise. Era desencadeado pelos estudantes e levava as classes trabalhadoras e os aparelhos sindicais a reboque. Teve a sua maior expressão em França mas estendeu-se também à Alemanha, Itália e a muitos outros países. Portugal, mesmo amordaçado, também acabou por sentir os efeitos

  • As imagens do granizo que caiu no Algarve

    Faro acordou hoje com uma intensa queda de granizo. Pedras de gelo, com cerca de meio centímetro de diâmetro, em especial entre as 06:30 e as 07:00 da manhã. Segundo o IPMA tratou-se de "uma linha de instabilidade" que foi subindo a norte, para os distritos de Beja e Setúbal, mas com menos intensidade" e que provocaram inundações pontuais na via publica e em garagens e algumas quedas de árvore.

  • Onde está Américo Sebastião?

    Cândida Pinto

    Em Moçambique, onde os raptos têm sido cobertos pelo silêncio das autoridades, o empresário português Américo Sebastião desapareceu há quase dois anos sem deixar rasto

  • 25 de Abril. O exilado que morreu no momento por que mais ansiou

    Catarina Gomes

    No Brasil, fez nascer e manteve durante 19 anos um jornal de oposição ao regime salazarista que batizou com um nome que era um sonho: “Portugal Democrático”. Esta é a história desconhecida de Vítor Ramos, o exilado português que nunca chegou a regressar. Pode o 25 de Abril ser causa de morte?

  • Como o Instagram revolucionou as nossas vidas

    João Miguel Salvador

    Os hábitos de consumo estão a mudar e a culpa é também de uma rede social onde já estão 800 milhões de utilizadores. Criado apenas para a partilha de imagens, o Instagram cresceu e está a alterar a forma como os humanos comem, fazem desporto e viajam. Tudo com a ajuda de influencers espalhados pelo mundo

  • Pareceu improvável que um intelectual de boulevard pudesse controlar balneários cheios de bárbaros desdentados

    Bruno Vieira Amaral

    Wenger anunciou que vai deixar o Arsenal e não podemos noticiar sem analisar acontecimento assim. Porque Wenger é especial, ainda que não triunfal, pedimos ao escritor Bruno Vieira Amaral que nos explique o que nos aconteceu nestes 22 anos de Arsenal de um só homem: iremos a 1996, àquele dia em que o Arsenal apresentou Wenger como treinador e “os ingleses encontraram no francês com ar de mestre-escola da Provença o alvo ideal para os seus exercícios de ceticismo em relação a tudo o que vinha do continente”, e acabaremos nestes dias de 2018 em que Wenger se tornou “especialista em justificar os fracassos”