Bernardo Mendonça

Bernardo Mendonça

Jornalista

Entrou neste jornal com 26 anos. Antes experimentou o teatro e aprendeu a escrever notícias na Lusa. Na Rádio Oxigénio falou de livros e histórias reais contadas pelos ouvintes em “Da Mão prà Boca” e “A Vida em A4″. Moderou o programa de debate “A Resistência” em caves e becos para o site do Expresso. No Jornal da Noite, da SIC, apresentou a rubrica "Vamos Sair" e é coautor das séries "Mural da Liberdade" e "Vamos Falar de Sexo". Foi distinguido com o Prémio Média 2008, da Rede Ex aequo, com a reportagem “Lésbicas e Muito Mulheres”. Vive para viajar. Acredita que a realidade ultrapassa a ficção. Ou, por outras palavras,"just the facts, ma'am!"

  • Kalaf: “O racismo em Portugal continua absolutamente presente mas está mais sofisticado”

    A Beleza das Pequenas Coisas

    Chamam-lhe “o grande agitador cultural”. Isto por abraçar há mais de uma década a mestiçagem musical entre Luanda, Lisboa e o mundo. Ele é Kalaf Epalanga, antes conhecido por Kalaf Ângelo, músico dos Buraka Som Sistema, que lançou agora o seu primeiro romance, “Também os brancos sabem dançar”. Uma conversa que começa por juntar Cavaco Silva à kizomba e termina com um testemunho de amor. Para ouvirem neste episódio do podcast “A Beleza das Pequenas Coisas”

  • “Não sei se teria liberdade de falar assim de uma mulher como me sinto livre para falar de um homem”

    Diário

    Bernardo Mendonça e Tiago Miranda

    Fernanda Torres é uma das atrizes mais prestigiadas do Brasil: por cá tornou-se popular com a participação na série televisiva de humor “Os Normais”. Filha de duas figuras maiores da representação – Fernanda Montenegro e Fernando Torres –, há cinco anos arriscou a literatura e estreou-se no primeiro romance, “Fim”, sobre a vida e a morte de cinco velhos amigos cariocas. A crítica rendeu-se à sua escrita, o que a motivou a escrever o segundo, “A Glória e o seu Cortejo de Horrores”, sobre as desventuras de um ator de meia idade caído em desgraça. Um mote para uma conversa franca sobre o bom e o menos bom que ficou lá atrás e as maravilhas e descobertas da maturidade

  • Jel: “O humor em Portugal é elitista, confinado a quem teve uma vida burguesa. Não há pretos, ciganos ou malta do subúrbio a fazer humor”

    A Beleza das Pequenas Coisas

    Ele anda na luta artística há uns bons anos. Jel, aliás Nuno Duarte, é humorista, produtor, realizador e músico. Há uns tempos 'mandou tudo abaixo' e, junto com o irmão, foi um homem da luta incómodo, subversivo, de megafone na mão, cantarolando palavras de ordem que irritaram a classe política, e não só. Uma dupla que chegou mesmo a vencer há sete anos o Festival RTP da Canção, com o tema 'A Luta é Alegria', e a ter um programa em horário nobre na SIC. Mas, às tantas, a fórmula esgotou-se e a dupla decidiu retirar-se. “Eu podia continuar a fazer os “Homens da Luta” até ao fim da vida, como o Avô Cantigas, mas não quero. Prefiro continuar à procura de um estilo que me sirva”. Dedicado agora à realização de documentários, às crónicas e ao stand up comedy, Jel assume que “já chocou o que tinha a chocar”, que está a passar por uma pequena crise de meia-idade. “Estou mais maduro, mas se calhar com menos graça.” Uma conversa sem máscaras para ouvir neste episódio do podcast “A Beleza das Pequenas Coisas”

  • Fernanda Torres: “Os meus momentos de glória são muito parecidos com os meus fracassos”

    A Beleza das Pequenas Coisas

    Ela é uma das atrizes mais prestigiadas do Brasil, por cá tornou-se popular com a participação na série televisiva de humor “Os Normais”. Filha de duas figuras maiores da representação – Fernanda Montenegro e Fernando Torres – cedo ganhou uma identidade artística que a levou a ser distinguida, logo aos 21 anos, com o prémio de melhor atriz em Cannes, pelo filme “Eu sei que vou te amar”. Há cinco anos arriscou a literatura e estreou-se no primeiro romance, “Fim”, sobre a vida e a morte de cinco velhos amigos cariocas. A crítica rendeu-se à sua escrita, o que a motivou a escrever o segundo, “A Glória e o seu Cortejo de Horrores”, sobre as desventuras de um ator de meia idade caído em desgraça. “Todo o livro é uma autobiografia. Não existe nenhum autor que não escreva a partir da sua visão”, revela Fernanda nesta conversa franca sobre o bom e o menos bom que ficou lá atrás e as maravilhas e descobertas da maturidade. Para ouvir neste episódio do podcast “A Beleza das Pequenas Coisas”

  • Instantes fatais

    Cultura

    Bernardo Mendonça e Ana Baião

    Quem não se lembra da erótica Emmanuelle ou do célebre cruzar de pernas de Sharon Stone? Porque o cinema é o maior palco das fantasias, convidámos 14 atores portugueses a recriarem cenas sensuais que ficaram no imaginário de todos. É esse trabalho, publicado na Revista de 5 de março de 2011, que reproduzimos nos Arquivos Expresso

  • Instantes fatais

    Diário

    Bernardo Mendonça e Ana Baião

    Quem não se lembra da erótica Emmanuelle ou do célebre cruzar de pernas de Sharon Stone? Porque o cinema é o maior palco das fantasias, convidámos 14 atores portugueses a recriarem cenas sensuais que ficaram no imaginário de todos. É esse trabalho, publicado na Revista de 5 de março de 2011, que reproduzimos nos Arquivos Expresso desta quinta-feira

  • Dina: “O meu aparelho respiratório está todo lixado, mas há ainda música em mim e vontade de subir a palco para cantar e desbundar”

    Podcasts

    Dina, a artista que nos ajudou durante décadas a celebrar o amor e a paixão com um sorriso nos lábios, há dez anos que sofre de fibrose pulmonar galopante e aguarda a todo o momento um transplante urgente de pulmão. Há um ano e meio, Dina, agora com 61 anos, abriu as portas de casa e falou desta sua doença “filha da mãe limitativa”, das suas escolhas, lutas, vitórias e arrependimentos. Uma coisa deixou como certa: “Não tenho tendência para a depressão e tristeza. Enquanto estiver viva, vou combater e arranjar razões para me levantar da cama. Se me desafiassem agora para compor para um artista, aceitaria na hora.” Uma conversa feita em novembro de 2016 para ouvir neste episódio do podcast “ A Beleza das Pequenas Coisas”

  • Jorge Molder: “O tempo é o chefe do gangue, o tempo subverte o corpo, a vida, as verdades”

    A Beleza das Pequenas Coisas

    Há quem lhe chame o fotógrafo-filósofo ou o filósofo-fotógrafo. Ele é um dos nomes maiores da arte contemporânea e foi o primeiro artista português a ter uma obra na coleção de arte da UNESCO, que integra trabalhos de artistas como Picasso, Miró, Henry Moore, Giacometti ou Le Corbusier. Há quarenta anos que Jorge Molder usa a fotografia e o vídeo, os autorretratos e as autorrepresentações, e enfrenta a própria camera como performer e ator para nos contar histórias através de imagens. Agora que aos 70 anos parte da sua obra acaba de ser publicada em livro na coleção Ph., pela Imprensa Nacional, Molder conta-nos a relação com o tempo e o envelhecimento, como a arte “pode ter um lado muito superficial e desatento”, e revela-nos ainda os jogos de computador que disputa com os netos, as músicas que o acompanham e o que realmente importa na vida, o amor. “É urgente a nossa relação com as pessoas, porque só temos uma vida.” Para ouvir urgentemente neste episódio do podcast “A Beleza das Pequenas Coisas”