Daniel Oliveira

Daniel Oliveira

Começou como jornalista em 1989, tendo passado pelas redacções do "Século", "Diário de Lisboa", "Já", "Vida Mundial" e "Diário Económico". Participou, como jornalista, editor e autor, em seis programas diferentes da RTP. Em 1998, venceu o prémio revelação Gazeta, do Clube dos Jornalistas. Experimentou, por um ano, ser publicitário. Foi, às vezes, dirigente partidário e mantém, fora ou dentro de movimentos políticos, ativismo cívico. Tem esta coluna no "Expresso", participa nos programas "Eixo do Mal", na SIC Notícias, e "Sem Moderação", do canal Q, e faz um podcast semanal de entrevistas “Perguntar Não Ofende". Com 48 anos, é alfacinha apaixonado, português sem orgulho nem vergonha e acredita que isto ainda vai melhorar.

  • Antes pelo contrário

    Daniel Oliveira

    Reduzir drasticamente o preço dos transportes públicos urbanos, a fatura energética, as propinas das universidades e o custo com livros escolares não é gastar dinheiro com futilidades para ganhar votos. Estranho tempo este em que governar para as pessoas sem sequer com isso pôr em causa o futuro e as finanças públicas é, por si só, motivo de critica

  • Antes pelo contrário

    Daniel Oliveira

    Quando o governo dava sinais de decadência, Costa mostrou que consegue reagir. Seguiu duas lógicas diferentes: para os ministérios de onde podem vir estilhaços graves, António Costa escolheu duas pessoas técnica e politicamente competentes. Para substituir dois inexistentes, promoveu pessoas próximas. E ninguém pode dizer que o governo não ficou melhor

  • Antes pelo contrário

    Daniel Oliveira

    Nas eleições brasileiras, o grande protagonista foi o WhatsApp, uma rede social muito mais fechada e balcanizada, onde a informação circula fora dos olhares indiscretos da descrença. Segundo a “Folha de São Paulo”, 97% das notícias disseminadas pelos apoiantes de Bolsonaro eram falsas. Uma tal dimensão tóxica, ainda por cima espalhada longe dos olhos da crítica, é impossível de desmentir

  • Antes pelo contrário

    Daniel Oliveira

    André Ventura foi parido por Passos, num processo de crescente radicalização do PSD que só foi interrompido pela mudança de ciclo político. Agora, tem um carimbo de validade. Só tem de esperar para ver se é bafejado pela sorte

  • Antes pelo contrário

    Daniel Oliveira

    Um ministro que é informado por militares que há uma operação para proteger alguém que roubou amamento ao Estado português e ludibriar a justiça e nada faz é cúmplice de um crime contra o país. Se for verdade, Azeredo Lopes não terá apenas de ser demitido. Terá de responder criminalmente

  • Antes pelo contrário

    Daniel Oliveira

    Num vídeo que se tornou viral, um jovem imigrante brasileiro gritava a uma eleitora: “Sou italiano, sou branco, sou hetero e sou fascista mesmo”. Tenho uma novidade: para um Bolsonaro português seria “só” um brasileiro. Imigrante de um país pobre, suspeito. Quase um “preto”. Se fosse mulher, quase de certeza prostituta. Sendo homem, apenas mandrião

  • Antes pelo contrário

    Daniel Oliveira

    Foi a direita brasileira que, através da partidarização da justiça, de um impeachment inconstitucional e da manutenção de um governo ilegítimo, criou o caos político que a devorou e que está a devorar a frágil democracia brasileira. Na sua vontade de matar o PT, suicidou-se. Seria de festejar a ironia do destino, não fosse a forte possibilidade de um fascista se tornar presidente do Brasil.