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“Na guerra alguém vai morrer e alguém vai viver”, dirá o homem responsável por mandar os outros homens para a linha de fogo. “Estamos a ver crianças e mulheres a serem mortas: devemos continuar a aplicar as regras administrativas ou devemos tomar a nossa responsabilidade e salvar o maior número de vidas possível?” Esta é uma viagem por um dos territórios mais perigosos do mundo mas também o culminar de uma longa viagem de dois anos de um grupo de jovens portugueses que entrou nos Comandos e que o Expresso acompanhou por dentro. E que foram para a República Centro-Africana tentar salvar as vidas daqueles que perderam quase tudo. “Não tenho outra imagem do mundo que não seja este sítio. Penso que o mundo acabou e que, do mundo, só resta este lugar.” E não é um bom lugar. Mas existe