Ana França

Ana França

Jornalista

Durante quatro anos foi correspondente do Expresso em Londres e atualmente integra a redação do semanário em Lisboa. Licenciada em Coimbra seguiu depois para Macau e depois para Londres, cidade onde completou uma pós-graduação na London School of Journalism, em 2010, e de onde já só regressou em 2016. Em 2012 fez parte da equipa que lançou a Monocle 24, o projeto de rádio da revista britânica Monocle. Durante os anos em Londres trabalhou ainda para o diário The Daily Telegraph e para a revista New Statesman. Ao mesmo tempo esteve envolvida em diversos projetos de tradução e no ensino do inglês para cidadãos estrangeiros. Em 2014 e 2015 fez parte da start-up social ON OUR RADAR, um grupo de jornalistas de diferentes nacionalidades que promove a inclusão social através do ensino de conceitos básicos do jornalismo de modo a que até as comunidades mais isoladas do mundo possam contar as suas histórias sem estarem dependentes dos meios de comunicação ocidentais.

  • Uma coligação de estranhos

    Internacional

    Ana França e Helena Bento

    O Presidente turco, Recep Erdogan, tem mais poder do que nunca mas nunca esteve tão perto de o perder. A primeira volta das eleições presidenciais realiza-se este domingo e coincide com as parlamentares, uma estreia na democracia turca. A oposição está unida numa coligação de estranhos, unidos contra Erdogan. O secularismo está em risco de erosão ou vai sair reforçado?

  • “A minha geração, que será profundamente afetada pelo Brexit, tem de fazer alguma coisa”

    Internacional

    Ana França

    A frase é de William Dry, um estudante de Oxford de 20 anos, que este ano congelou a matrícula para tentar travar o Brexit. No referendo de 23 de junho de 2016, cujo segundo aniversário se assinala este sábado, votou a favor da saída, mas concluiu que “todas as promessas eram mentira”. Agora luta para reverter um processo complexo, em marcha lenta e sem fim conhecido, porque acredita que as consequências do Brexit, impossíveis de prever antes do voto, são nocivas o suficiente para que os britânicos se pronunciem nas urnas sobre o acordo final

  • Uma coligação de estranhos

    Diário

    Ana França e Helena Bento

    Presidente turco, Recep Erdogan, tem mais poder do que nunca mas nunca esteve tão perto de o perder. A primeira volta das eleições presidenciais realiza-se este domingo e coincide com as parlamentares, uma estreia na democracia turca. A oposição está unida numa coligação de estranhos, unidos contra Erdogan. O secularismo está em risco de erosão ou vai sair reforçado?

  • “A minha geração, que será profundamente afetada pelo Brexit, tem de fazer alguma coisa”

    Diário

    Ana França

    A frase é de William Dry, um estudante de Oxford de 20 anos, que este ano congelou a matrícula para tentar travar o Brexit. No referendo de 23 de junho de 2016, cujo segundo aniversário se assinala este sábado, votou a favor da saída, mas concluiu que “todas as promessas eram mentira”. Agora luta para reverter um processo complexo, em marcha lenta e sem fim conhecido, porque acredita que as consequências do Brexit, impossíveis de prever antes do voto, são nocivas o suficiente para que os britânicos se pronunciem nas urnas sobre o acordo final

  • “A saída dos Estados Unidos do Conselho para os Direitos Humanos prejudica principalmente Israel”

    Diário

    Ana França

    Um homem tentou, na retaguarda da diplomacia, evitar aquilo que viria a confirmar-se esta terça-feira, o abandono do Conselho para os Direitos Humanos das Nações Unidas pelos Estados Unidos, exasperados com aquilo que consideram a parcialidade com que Israel é tratado. Marc Limon, diretor do centro de investigação Universal Human Group, contou ao Expresso a história da sua tentativa falhada - para a qual Portugal contribuiu

  • Presidenciais na Colômbia. O guerrilheiro de esquerda que se opõe ao “menino bem comportado” da direita

    Internacional

    Ana França

    O regresso da direita ou o primeiro presidente de esquerda a sério: é esta a escolha que se impõe aos cerca de 36 milhões de eleitores colombianos que no domingo escolhem o sucessor de Juan Manuel Santos. O acordo de paz com as FARC, rejeitado em referendo, foi imposto à força e criou a maior cisão na sociedade colombiana em mais de meio século. De um lado Iván Duque, o delfim de Álvaro Uribe, que quer redesenhar o processo de paz: atinado, pragmático, sorridente e sem carreira partidária, para alguns representa “o refrescar” do sector político. Do outro Gustavo Petro, intelectual que lia livros proibidos e chocava os padres do liceu com o seu ateísmo e que ingressou na milícia M19 - quer a paz total com as guerrilhas e uma economia muito mais centralizada. Tem 37% das intenções de voto contra as 50% de Duque

  • O guerrilheiro de esquerda que se opõe ao “menino bem comportado” da direita

    Diário

    Ana França

    O regresso da direita ou o primeiro presidente de esquerda a sério: é esta a escolha que se impõe aos cerca de 36 milhões de eleitores colombianos que este domingo escolhem o sucessor de Juan Manuel Santos. O acordo de paz com as FARC, rejeitado em referendo, foi imposto à força e criou a maior cisão na sociedade colombiana em mais de meio século. De um lado Iván Duque, o delfim de Álvaro Uribe, que quer redesenhar o processo de paz: atinado, pragmático, sorridente e sem carreira partidária, para alguns representa “o refrescar” do sector político. Do outro Gustavo Petro, intelectual que lia livros proibidos e chocava os padres do liceu com o seu ateísmo e que ingressou na milícia M19 - quer a paz total com as guerrilhas e uma economia muito mais centralizada. Tem 37% das intenções de voto contra as 50% de Duque

  • ONU condena “uso excessivo de força” de Israel contra Gaza. António Guterres é chamado a agir

    Internacional

    Ana França

    A ONU aprovou na quarta-feira uma resolução que condena duramente a “violência excessiva” de Israel contra a população palestiniana de Gaza que durante dois meses se manifestou contra aquilo que considera ser a ocupação ilegal das suas terras há mais de 70 anos. Os Estados Unidos votaram contra e tentaram incluir uma emenda onde ficasse explícita a condenação da violência do Hamas mas não conseguiram os 2/3 necessários à sua inclusão. António Guterres é chamado a agir