Ana França

Ana França

Jornalista

Durante quatro anos foi correspondente do Expresso em Londres e atualmente integra a redação do semanário em Lisboa. Licenciada em Coimbra seguiu depois para Macau e depois para Londres, cidade onde completou uma pós-graduação na London School of Journalism, em 2010, e de onde já só regressou em 2016. Em 2012 fez parte da equipa que lançou a Monocle 24, o projeto de rádio da revista britânica Monocle. Durante os anos em Londres trabalhou ainda para o diário The Daily Telegraph e para a revista New Statesman. Ao mesmo tempo esteve envolvida em diversos projetos de tradução e no ensino do inglês para cidadãos estrangeiros. Em 2014 e 2015 fez parte da start-up social ON OUR RADAR, um grupo de jornalistas de diferentes nacionalidades que promove a inclusão social através do ensino de conceitos básicos do jornalismo de modo a que até as comunidades mais isoladas do mundo possam contar as suas histórias sem estarem dependentes dos meios de comunicação ocidentais.

  • Um ano passou e ainda se procura a Justiça que continua a escapar a Daphne Caruana Galizia

    Internacional

    Ana França

    Um ano depois, a família de Daphne Caruana Galizia ainda continua à espera que a Justiça em Malta consiga encontrar os culpados pela morte da jornalista. Matthew, um dos seus filhos, disse à imprensa internacional que as autoridades "brincam" com o caso: “Quando perguntamos por desenvolvimentos o procurador goza-nos e diz que não pode providenciar um ‘comentário permanente’ - esse era o nome da página da minha mãe”

  • “Tenho inveja das pessoas que perderam tudo porque podem começar de novo”

    Diário

    Ana França e Helena Bento

    Há um sítio para onde eles não podem voltar. É o mesmo sítio onde nasceram. Não escolheram sair, alguém escolheu por eles. Muitos alguéns: o Exército sírio onde teriam de combater se não fugissem do país, os “rebeldes” anti-regime que se deixaram contaminar pelo extremismo, a destruição causada por ambos. A Guerra da Síria aconteceu-lhes e agora estão todos separados. Encontraram-se de novo em Beirute. Este é o último retrato de uma série de cinco que o Expresso trouxe do Líbano, de pessoas que lutam pela tolerância num país onde uma em cada seis pessoas é refugiada

  • As pessoas viam das janelas os homens que lhes mataram os filhos. E homens viam nas janelas quem lhes fez o mesmo

    Internacional

    Ana França e Helena Bento

    Quem olha do cimo da cidadela de Trípoli não imagina que durante mais de 40 anos os bairros que daqui se veem estiveram em conflito aberto. As pessoas não se falavam, não vendiam os seus produtos a habitantes do outro lado da rua e os ataques de snipers matavam adolescentes sem culpa. Os libaneses ainda pensam que Trípoli é “um ninho de bárbaros” mas Yassmin Lawzi está - quase sozinha - a mudar isso. Este é o quarto retrato de uma série de cinco que o Expresso trouxe do Líbano, de pessoas que lutam pela tolerância num país onde uma em cada seis pessoas é refugiada

  • As pessoas viam das janelas os homens que lhes mataram os filhos. E homens viam nas janelas quem lhes fez o mesmo

    Diário

    Ana França e Helena Bento

    Quem olha do cimo da cidadela de Trípoli não imagina que durante mais de 40 anos os bairros que daqui se veem estiveram em conflito aberto. As pessoas não se falavam, não vendiam os seus produtos a habitantes do outro lado da rua e os ataques de snipers matavam adolescentes sem culpa. Os libaneses ainda pensam que Trípoli é “um ninho de bárbaros” mas Yassmin Lawzi está - quase sozinha - a mudar isso. Este é o quarto retrato de uma série de cinco que o Expresso trouxe do Líbano, de pessoas que lutam pela tolerância num país onde uma em cada seis pessoas é refugiada

  • Vamos falar sobre democracia: em Portugal é imperfeita e no resto do mundo está pior

    2:59 para explicar o mundo

    Quase 50% da população mundial vive em regimes que podem ser considerados democráticos mas, no geral, o índice de democracia no mundo está a decrescer, segundo a última análise da revista “The Economist”. Em que lugar está Portugal? Quais são os indicadores que mais prejudicam a nossa posição e quais são os fatores que ameaçam a saúde democrática do mundo? Jornalismo de dados em dois minutos e 59 segundos. Para explicar o mundo

  • “Eu planto a esperança. Como uma semente mesmo”: Nada Hassan, a psicóloga

    Internacional

    Ana França e Helena Bento

    A Guerra da Síria já matou quase meio milhão de pessoas mas provocou também uma outra calamidade, mais difícil de quantificar: a saúde mental das pessoas que, sobrevivendo, não conseguem apagar da memória a violência e a morte que testemunharam. É aí que intervém Nada Hassan, psicóloga dos Médicos sem Fronteiras numa clínica no Vale de Bekaa, onde vivem em acampamentos improvisados milhares de refugiados fugidos da Síria. Este é o terceiro retrato de uma série de cinco que o Expresso trouxe do Líbano, de pessoas que lutam pela tolerância num país onde uma em cada seis pessoas é refugiada

  • China dá estatuto legal aos campos de reeducação para minoria muçulmana

    Internacional

    Ana França

    A minoria muçulmana Uighur, que, na província de Xinjiang é uma maioria, tem sido perseguida pelo governo chinês que acusa os membros da comunidade de quererem estabelecer um Estado independente e de extremismo religioso. As notícias de que o governo estaria a abrir campos de reeducação ideológica nunca foram confirmadas pela China até esta quarta-feira. Agora, é política oficial

  • “Eu planto a esperança. Como uma semente mesmo”: Nada Hassan, a psicóloga

    Diário

    Ana França e Helena Bento

    A Guerra da Síria já matou quase meio milhão de pessoas mas provocou também uma outra calamidade, mais difícil de quantificar: a saúde mental das pessoas que, sobrevivendo, não conseguem apagar da memória a violência e a morte que testemunharam. É aí que intervém Nada Hassan, psicóloga dos Médicos sem Fronteiras numa clínica no Vale de Bekaa, onde vivem em acampamentos improvisados milhares de refugiados fugidos da Síria. Este é o terceiro retrato de uma série de cinco que o Expresso trouxe do Líbano, de pessoas que lutam pela tolerância num país onde uma em cada seis pessoas é refugiada

  • “A meio da viagem o bebé começa a chorar. Alguém pede para calar o bebé. Não se calou. Atiraram-no borda fora”

    Internacional

    Ana França e Helena Bento

    Enquanto ajudava refugiados em campos na Europa e no Líbano, Tiago Cardoso, jurista, ouviu as histórias mais bonitas e as mais terríveis. Dois mauritanos acorrentados a um poste e ferrados como animais num ponto do globo e, em outro, homens que perderam tudo felizes por se poderem barbear e mostrar que o brio sobrevive à miséria. Este é o segundo retrato de uma série de cinco que o Expresso trouxe do Líbano, de pessoas que lutam pela tolerância num país onde uma em cada seis pessoas é refugiada

  • “A meio da viagem o bebé começa a chorar. Alguém pede para calar o bebé. Não se calou. Atiraram-no borda fora”

    Diário

    Ana França e Helena Bento

    Enquanto ajudava refugiados em campos na Europa e no Líbano, Tiago Cardoso, jurista, ouviu as histórias mais bonitas e as mais terríveis. Dois mauritanos acorrentados a um poste e ferrados como animais num ponto do globo e, em outro, homens que perderam tudo felizes por se poderem barbear e mostrar que o brio sobrevive à miséria. Este é o segundo retrato de uma série de cinco que o Expresso trouxe do Líbano, de pessoas que lutam pela tolerância num país onde uma em cada seis pessoas é refugiada