Helena Bento

Helena Bento

Jornalista

  • Furacão Michael. Restabelecimento de comunicações ajudou equipas de resgate a encontrar mais sobreviventes

    Internacional

    Helena Bento

    O mais recente balanço de vítimas do furacão que atingiu o país na quarta-feira da semana passada como uma das mais fortes tempestades já registadas no território continental dos Estados Unidos aponta para 19 mortos em quatro Estado norte-americanos. Mais de 20 mil pessoas continuam sem acesso a eletricidade na região sudeste do país

  • O caso de Tancos em cinco pontos

    Política

    Helena Bento

    Do desaparecimento misterioso ao aparecimento ainda mais misterioso do material de guerra roubado em Tancos, à detenção do diretor da Polícia Judiciária Militar e do ex-porta-voz da mesma polícia, à demissão, já esta sexta-feira, do ministro da Defesa. Eis o resumo do caso das armas roubadas dos Paióis Nacionais de Tancos em cinco pontos

  • “Tenho inveja das pessoas que perderam tudo porque podem começar de novo”

    Diário

    Ana França e Helena Bento

    Há um sítio para onde eles não podem voltar. É o mesmo sítio onde nasceram. Não escolheram sair, alguém escolheu por eles. Muitos alguéns: o Exército sírio onde teriam de combater se não fugissem do país, os “rebeldes” anti-regime que se deixaram contaminar pelo extremismo, a destruição causada por ambos. A Guerra da Síria aconteceu-lhes e agora estão todos separados. Encontraram-se de novo em Beirute. Este é o último retrato de uma série de cinco que o Expresso trouxe do Líbano, de pessoas que lutam pela tolerância num país onde uma em cada seis pessoas é refugiada

  • As pessoas viam das janelas os homens que lhes mataram os filhos. E homens viam nas janelas quem lhes fez o mesmo

    Internacional

    Ana França e Helena Bento

    Quem olha do cimo da cidadela de Trípoli não imagina que durante mais de 40 anos os bairros que daqui se veem estiveram em conflito aberto. As pessoas não se falavam, não vendiam os seus produtos a habitantes do outro lado da rua e os ataques de snipers matavam adolescentes sem culpa. Os libaneses ainda pensam que Trípoli é “um ninho de bárbaros” mas Yassmin Lawzi está - quase sozinha - a mudar isso. Este é o quarto retrato de uma série de cinco que o Expresso trouxe do Líbano, de pessoas que lutam pela tolerância num país onde uma em cada seis pessoas é refugiada

  • As pessoas viam das janelas os homens que lhes mataram os filhos. E homens viam nas janelas quem lhes fez o mesmo

    Diário

    Ana França e Helena Bento

    Quem olha do cimo da cidadela de Trípoli não imagina que durante mais de 40 anos os bairros que daqui se veem estiveram em conflito aberto. As pessoas não se falavam, não vendiam os seus produtos a habitantes do outro lado da rua e os ataques de snipers matavam adolescentes sem culpa. Os libaneses ainda pensam que Trípoli é “um ninho de bárbaros” mas Yassmin Lawzi está - quase sozinha - a mudar isso. Este é o quarto retrato de uma série de cinco que o Expresso trouxe do Líbano, de pessoas que lutam pela tolerância num país onde uma em cada seis pessoas é refugiada

  • “Eu planto a esperança. Como uma semente mesmo”: Nada Hassan, a psicóloga

    Internacional

    Ana França e Helena Bento

    A Guerra da Síria já matou quase meio milhão de pessoas mas provocou também uma outra calamidade, mais difícil de quantificar: a saúde mental das pessoas que, sobrevivendo, não conseguem apagar da memória a violência e a morte que testemunharam. É aí que intervém Nada Hassan, psicóloga dos Médicos sem Fronteiras numa clínica no Vale de Bekaa, onde vivem em acampamentos improvisados milhares de refugiados fugidos da Síria. Este é o terceiro retrato de uma série de cinco que o Expresso trouxe do Líbano, de pessoas que lutam pela tolerância num país onde uma em cada seis pessoas é refugiada

  • “Ele nunca iria mentir. Por isso é que o mataram”: o mistério do jornalista saudita desaparecido

    Diário

    Helena Bento e Hélder Gomes

    O que aconteceu a Jamal, o jornalista saudita que nunca mais foi visto depois de entrar no consulado do seu país em Istambul, há uma semana? Os sauditas dizem que nada sabem, os turcos acusam-nos de o terem morto, as manifestações à porta de embaixadas sauditas por todo o mundo exigindo saber o que lhe aconteceu multiplicam-se e esta quarta-feira o mistério adensou-se, por causa de uma misteriosa carrinha preta. Poderão os Estados Unidos pressionar para a descoberta do que se passou, usando a aliança de décadas com Riade? “Não se espere qualquer intervenção dos EUA”, disse ao Expresso um académico

  • “Eu planto a esperança. Como uma semente mesmo”: Nada Hassan, a psicóloga

    Diário

    Ana França e Helena Bento

    A Guerra da Síria já matou quase meio milhão de pessoas mas provocou também uma outra calamidade, mais difícil de quantificar: a saúde mental das pessoas que, sobrevivendo, não conseguem apagar da memória a violência e a morte que testemunharam. É aí que intervém Nada Hassan, psicóloga dos Médicos sem Fronteiras numa clínica no Vale de Bekaa, onde vivem em acampamentos improvisados milhares de refugiados fugidos da Síria. Este é o terceiro retrato de uma série de cinco que o Expresso trouxe do Líbano, de pessoas que lutam pela tolerância num país onde uma em cada seis pessoas é refugiada