Manuela Goucha Soares

Manuela Goucha Soares

Jornalista

Chegou ao Expresso em finais de 1988 e ao jornalismo dois anos antes. Veio porque gosta de escrever, de escutar pessoas e de confrontar pontos de vista em busca da verdade e de uma sociedade mais igual. Detesta falsidades escorregadias, preferindo gente lutadora (mesmo que com mau feitio) a simpáticos songas-mongas . Em 2009 publicou a biografia "Marcello Caetano – O Homem que perdeu a Fé" e em 2006 a "Fotobiografia de Ramalho Eanes"; nesse mesmo ano foi coautora do livro "Primeiras-damas", publicado pelo Museu da Presidência. Pelo caminho estão outros livros, alguns para crianças, muitas reportagens que a desafiaram e obrigaram ao consumo excessivo de chocolates. Licenciou-se em Comunicação e pós-graduou-se em Estudos Portugueses. Foi uma das fundadoras do 'Superglamorosas', um blogue sobre cancro de mama já desativado, e gere uma página no Facebook de apoio a esta guerra tramada.

  • As visões que o Estado Novo silenciou

    Multimédia Expresso

    Carlos Alberto diz que viu Nossa Senhora nove vezes. O caso encheu as primeiras páginas de muitos jornais nacionais. O vidente tinha 11 anos, foi observado por psiquiatras, esteve na casa do diretor da cadeia de Alcoentre e foi inquirido por autoridades civis e religiosas. A censura proibiu a circulação de um livro que relata o sucedido e a PIDE abriu um processo, pouco depois de Portugal ter perdido um enclave do império colonial na então Índia portuguesa. A primeira visão foi a 16 de maio de 1954. Para assinalar os 64 anos desta visão, o Expresso republica esta reportagem multimédia sobre um culto que está vivo e todos os meses leva uma romaria de crentes à Asseiceira

  • A primeira viagem de um Presidente de Portugal foi de comboio, cara e em tempo de guerra

    Sociedade

    Manuela Goucha Soares e Sofia Miguel Rosa

    Na altura em que Marcelo Rebelo de Sousa está em França para participar no centenário das comemorações da batalha de La Lys e homenagear os portugueses que combateram na I Guerra Mundial, O Expresso recorda a primeira viagem de um PR ao estrangeiro: Durou 18 dias, o Presidente Bernardino Machado dormiu seis noites no comboio, visitou as tropas portuguesas na frente de batalha e foi recebido com honras de Estado por um Presidente e por três reis. Veja o itinerário, os hotéis, as condecorações, o menu de um banquete e um filme centenário sobre a chegada a Lisboa

  • Homem que “será de origem croata” deixou embaixada portuguesa em Estocolmo “muito danificada”

    Diário

    Manuela Goucha Soares

    Um homem alto e encorpado entrou ao final da manhã desta quarta-feira nas instalações da embaixada de Portugal na Suécia. Estava visivelmente perturbado e derramou um líquido inflamável que ateou um incêndio nas instalações onde estão alojadas a AICEP e o Turismo de Portugal. O incêndio provocou 14 feridos ligeiros. O embaixador de Portugal em Estocolmo, Henrique Silveira Borges, explica ao Expresso o que se passou

  • A história do quadro que tem um político ao lado de Cristo

    Diário

    Manuela Goucha Soares

    O público de Lisboa acorreu à Baixa para ver o quadro que esteve exposto nos Armazéns Grandella. A polémica nos jornais foi muita, houve comícios para debater a tela, e o homem que está ao lado de Cristo em “Sonho - Venite ad me” foi eleito Presidente da República portuguesa, anos depois. Numa época em que a relação entre a arte e a religião gera controvérsia, o Expresso conta a história deste quadro e recorda outras contendas

  • “Quem mandou matar Marielle conhece bem as entranhas do poder”

    Diário

    Manuela Goucha Soares

    A situação de falência vivida no estado do Rio de Janeiro lembra o “lado económico das de Angola e Venezuela. Só que no Rio também houve colapso da autoridade política do governo estadual”, diz Octavio Amorim Neto, professor de Ciência Política da Escola Brasileira de Administração Pública e de Empresas da Fundação Getúlio Vargas em entrevista ao Expresso

  • Caminhos de um vencedor

    Arquivos Expresso

    Manuela Goucha Soares

    Faltou a um encontro com Salazar, apesar de ficar para a história como o grande industrial do regime. A indústria foi a grande paixão da sua vida. Construiu um império baseado no cimento e no aço. Perdeu-o com as nacionalizações, reergueu-o no Brasil. No regresso a Portugal entrou no sector financeiro com a Mundial Confiança e Banco Sotto Mayor. Quando morreu surpreendeu a família e os detratores com a doação de parte da fortuna para uma fundação científica que promove a saúde e batalha na luta contra o cancro. António Champalimaud, o homem que teve ‘sete vidas’, nasceu há 100 anos