Marta Gonçalves

Marta Gonçalves

Jornalista

Licenciou-se, em 2014, em Ciências da Comunicação no Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas. O jornalismo sempre foi o caminho que quis percorrer. Depois de dois estágios em rádio e multimédia, chegou ao Expresso. A 6 de abril de 2015 começou esta aventura

  • “Não me posso defender de uma chapada dando um tiro numa pessoa”

    Sociedade

    Marta Gonçalves

    Em Portugal, quando a vítima mata o agressor pode nem ser julgada. Tudo depende se agiu em legítima defesa ou não. E como se prova se foi legítima defesa e se esta foi adequada ou excessiva? Em entrevista ao Expresso, Frederico Marques, especialista em assuntos jurídicos da APAV, explica o enquadramento legal para estes casos “especialmente penosos” em que vítima é forçada “a escavar os factos com muito detalhe” e em que, por vezes, passa a “ser encarada como quem cometeu o crime”

  • “Vai inflamar o mundo islâmico”: as consequências da mudança da embaixada dos EUA para Jerusalém

    Internacional

    Marta Gonçalves

    A Palestina e a Jordânia a trouxeram a novidade: a embaixada dos EUA em Israel ia passar de Telavive para Jerusalém. A intenção de Donald Trump não é de agora (longe disso, aliás há muito que anda a adiá-la). A decisão, que pode ser anunciada a qualquer momento, chega numa altura “em que o Médio Oriente se está a redesenhar”, e pode fazer toda a diferença

  • “Não me posso defender de uma chapada dando um tiro numa pessoa”

    Diário

    Marta Gonçalves

    Em Portugal, quando a vítima mata o agressor pode nem ser julgada. Tudo depende se agiu em legítima defesa ou não. E como se prova se foi legítima defesa e se esta foi adequada ou excessiva? Em entrevista ao Expresso, Frederico Marques, especialista em assuntos jurídicos da APAV, explica o enquadramento legal para estes casos “especialmente penosos” em que vítima é forçada “a escavar os factos com muito detalhe” e em que, por vezes, passa a “ser encarada como quem cometeu o crime”

  • Pequeno, pequeno, pequeno mas grande, grande, grande amor

    Sociedade

    Marta Gonçalves e Lucília Monteiro

    São trigémeos: primeiro veio o pequeno Afonso, depois o ainda mais pequeno Bernardo e por último o mais-pequeno-que-os-outros-dois Tomás (510 gramas). Foi há 10 anos que nasceram ao mesmo tempo mas antes do tempo – chegaram prematuros. Afonso e Tomás têm paralisia cerebral provocada por hemorragias no cérebro nos primeiros dias de vida, Bernardo é completamente saudável. “Os meus filhos pareciam uns pássaros acabados de nascer. De bonito não tinham nada. Mas eram meus e, para mim, eram os melhores do mundo.” São os melhores do mundo. E não, esta não é uma história sobre prematuridade – é um acontecimento de amor. E de força: os pais tiveram de pedir ajuda publicamente para pagar os tratamentos de um dos filhos. “É das coisas mais humilhantes que existem”

  • Pequeno, pequeno, pequeno mas grande, grande, grande amor

    Diário

    Marta Gonçalves e Lucília Monteiro

    São trigémeos: primeiro veio o pequeno Afonso, depois o ainda mais pequeno Bernardo e por último o mais-pequeno-que-os-outros-dois Tomás (510 gramas). Foi há 10 anos que nasceram ao mesmo tempo mas antes do tempo - chegaram prematuros. Afonso e Tomás têm paralisia cerebral provocada por hemorragias no cérebro nos primeiros dias de vida, Bernardo é completamente saudável. “Os meus filhos pareciam uns pássaros acabados de nascer. De bonito não tinham nada. Mas eram meus e, para mim, eram os melhores do mundo.” São os melhores do mundo. E não, esta não é uma história sobre prematuridade - é um acontecimento de amor. E de força: os pais tiveram de pedir ajuda publicamente para pagar os tratamentos de um dos filhos. “É das coisas mais humilhantes que existe”

  • “As pessoas têm de acreditar que há algumas coisas a acontecer”: porque foi feito o segundo alerta à Humanidade

    Diário

    Marta Gonçalves

    É preciso mudar. É fundamental mudar. É urgente mudar. Porque depois pode não haver nada para mudar. Não é por acaso que insistimos na repetição porque não é por acaso que o mundo viu esta semana 15 mil cientistas a renovarem o aviso sobre os riscos ambientais da ação do homem. O mundo não está a aguentar connosco porque nós não estamos a aguentar com a responsabilidade de tratar devidamente do mundo. Cristina Branquinho, professora da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa e investigadora do Centro de Ecologia, Evolução e Alterações Ambientais, faz parte dos 15 mil cientistas que subscrevem o “Aviso dos cientistas do mundo à Humanidade: um segundo alerta”, publicado pela revista “BioScience”. É preciso ouvir o que ela tem para dizer