Armas, mentiras e um ministro

Um ministro que é informado por militares que há uma operação para proteger alguém que roubou amamento ao Estado português e ludibriar a justiça e nada faz é cúmplice de um crime contra o país. Se for verdade, Azeredo Lopes não terá apenas de ser demitido. Terá de responder criminalmente

Já não há mesmo dúvidas, porque os envolvidos o confessaram: a Polícia Judiciária Militar e a GNR de Loulé conspiraram para fazer reaparecer as armas roubadas em Tancos, impedindo que a justiça apanhasse o criminoso. Dizer que o fizeram a bem do interesse nacional apenas sublinha o grau de alienação que parece estar instalado nas Forças Armadas portuguesas. Aquelas pessoas estão convencidas que ao se protegerem a si estão a proteger o país. E que chega isso para justificar a colaboração com um criminosos e a obstrução da justiça. Aquelas pessoas não percebem que vivem num Estado de Direito. E que esse Estado de Direito as inclui.

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