Diário

Há uma crise constitucional à vista mas Trump continua a salvo

BRENDAN SMIALOWSKI/ Getty Images

Primeiro James Comey foi ao Senado confirmar que o Presidente Trump lhe pediu para suspender uma investigação à ingerência russa nas eleições e ao alegado conluio entre a equipa do líder e Moscovo. Esta semana, é a vez de Jeff Sessions, chefe do Departamento de Justiça também ele suspeito de contactos ilícitos com um diplomata russo, ir prestar declarações à mesma comissão. Pelo meio, um procurador que Trump despediu veio dar força às acusações de obstrução à Justiça — mas, até ver, falar de destituição continua a ser “prematuro”

Depois de Sally Yates e de James Comey, agora foi a vez de Preet Bharara denunciar comportamentos “invulgares” de Donald Trump que o puseram numa posição “desconfortável” por ameaçarem a independência do ramo judiciário face à atual administração. Em entrevista à ABC News, o ex-procurador de Manhattan revelou domingo que recebeu dois telefonemas do então Presidente eleito que o deixaram “desconfortável” e que o levaram a não atender uma terceira chamada, já depois de Trump ter tomado posse. Vinte e duas horas depois da rejeição, o Presidente convidou-o a despedir-se, juntamente com os outros 45 advogados nomeados por Barack Obama para representarem os interesses dos EUA. Nenhum acedeu ao pedido e, no dia seguinte, foram todos despedidos.

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