Diário

Médicos com mais de 55 anos nas urgências? “Tratou-se de um erro”

José Carlos Carvalho

Governo e sindicatos dos médicos reuniram-se. A hipótese de uma greve nacional “mantém-se no horizonte” e haverá novo encontro. Executivo deixa cair proposta que obrigava médicos com mais de 55 anos na cumprimento obrigatório do serviço de urgência

Há quatro dias, o Sindicato Independente dos Médicos (SIM) criticava a medida proposta pelo Governo que previa que os médicos com mais de 55 anos integrassem os serviços de urgência. Diziam ser “ultrajante”. Esta sexta-feira, o SIM e a Federação Nacional dos Médicos (FNAM) reuniram-se com o Executivo para voltar a negociar: a proposta que causou descontentamento “caiu”. Afinal, “tratou-se de um erro”.

“Viram a luz”, diz ao Expresso Jorge Roque da Cunha, presidente do SIM. “Perceberam uma coisa muito simples: a penosidade das urgências. Além disso, perceberam que tornar obrigatório faria com que as pessoas com mais de 55 anos que fazem urgências voluntariamente, porque se sentem em condições, deixariam de as fazer. Para tranquilizar, optaram por deixar cair a medida. Perceberam que se travava de um erro”, explicou.

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