Diário

Ministério Público abriu oito inquéritos a burlas em instituições de solidariedade

Marcos Borga

Compras suspeitas de robôs de cozinha, lingerie, sapatos e picanha, desvio de dinheiro ou até roupa vendida em feiras em vez de ser doada em África: estas são algumas das suspeitas de irregularidades de instituições de solidariedade social investigadas durante este ano. Caso mais recente, que está a provocar grande polémica, envolve a Associação Raríssimas

A investigação iniciada em novembro pelo Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP) de Lisboa à Raríssimas é apenas a mais recente realizada a uma instituição particular de solidariedade social (IPSS) por suspeitas de gestão danosa.

Este caso foi denunciado à TVI por dois ex-tesoureiros da associação com sede na Moita (Margem Sul) que acusam a presidente de gestão danosa. A polémica obrigou à reação do ministro Vieira da Silva, que foi vice-presidente, não executivo, da instituição entre 2013 e 2015. “Nunca recebi nenhuma indicação sobre atos de gestão danosa” na Raríssimas, anunciou Vieira da Silva em conferência de imprensa esta segunda-feira.

Para continuar a ler o artigo, clique AQUI
(acesso gratuito para Assinantes ou basta usar o código que está na capa da revista E do Expresso. pode usar a app do Expresso - iOS e android - para fotografar o código e o acesso será logo concedido)