Diário

Deve-se permitir o uso de um “psicotrópico potente” ou admitir que seja usado “como os calmantes”?

d.r.

Os deputados têm dois meses para aprovar a proposta do BE e do PAN sobre a legalização do uso da canábis para fins terapêuticos. O Expresso ouviu dois especialistas, com visões contrárias sobre o assunto. O neurologista Bruno Maia, médico no hospital de São José, em Lisboa, é a favor, dizendo que o perigo de dependência existe em relação a muitos medicamentos, a começar nos calmantes, e que o consumo recreativo já existe. O toxicologista Félix Carvalho, professor catedrático na Faculdade de Farmácia da Universidade do Porto e membro da comissão de avaliação dos medicamentos do Infarmed, é contra, explicando que a canábis não é inofensiva, cria dependência e, se for fumada, pode ser cancerígena

Marta Caires

Jornalista

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