Diário

Uma demissão, um estranho “estímulo” presidencial e pinças para um ativo tóxico

Primeiro-ministro prepara o terreno para o futuro

Luís Barra

Em vias de entrar na discussão sobre o próximo Orçamento do Estado, dramatiza com a queda do Governo. Afinal, a ameaça velada de Marcelo em relação aos fogos é um “estímulo”. E no caso Sócrates, tudo mudou para ficar na mesma. O que quis dizer Costa na última entrevista?

Luísa Meireles

Luísa Meireles

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Luís Barra

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Foram muitas as questões levantadas na longa entrevista em duas partes publicada no último fim de semana pelo Diário de Notícias. Escolhemos cinco. São relevantes: o que é que António Costa quis mesmo dizer?

1. Chumbo do Orçamento e queda de Governo

23 fevereiro de 2016, no debate parlamentar: “O Orçamento é difícil? Sim, todos os orçamentos são difíceis. Agora, o que importa não é ter medo das dificuldades, é enfrentar e resolver as dificuldades. Foi isso que fizemos. Havia dificuldade em haver maioria na Assembleia da República. Nós construímos a maioria na Assembleia da República. Era difícil que o Orçamento fosse aprovado em Bruxelas. Nós negociámos e foi aprovado em Bruxelas. Era difícil este Orçamento ser aprovado na Assembleia da República e nós negociámos para que ele fosse aprovado na Assembleia da República. Sim, é difícil, mas nós somos capazes de resolver os problemas difíceis”,

Entrevista: "O chumbo do Orçamento tinha como consequência inevitável a queda do Governo. (...) É evidente que no dia em que esta maioria não for capaz de produzir um Orçamento, esse é o dia em que este Governo se esgotou e, inevitavelmente, isso implica a queda do Governo"

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