Diário

“Como se pode ter um orçamento mais pequeno e ao mesmo tempo uma Europa mais forte, que combata os populismos?”

Octávio Passos

O maltês Stefano Mallia, membro do Comité Económico e Social Europeu, deixa críticas à proposta da Comissão e diz que é preciso um instrumento específico e permanente para as regiões insulares

Stefano Mallia defende que uma percentagem dos fundos nacionais deveria estar alocada, à partida, a ilhas e outras regiões menos desenvolvidas da União Europeia. Essa percentagem deveria estar decidida desde o início e por Bruxelas, para que não dependesse da distribuição feita pelos Governos de cada país. Até poderia estar incluída nos montantes, mas dando maior autonomia a essas regiões na gestão dos fundos.

“Deveria haver fundos reservados para ilhas e regiões com dificuldades específicas”, diz em entrevista ao Expresso. “Em vez de pôr as ilhas à mercê do governo central, o ideal seria que houvesse atribuições específicas para elas”, defende o maltês, responsável pelo parecer do Comité Económico e Social Europeu (CESE) sobre a situação das “ilhas na União Europeia”.

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