Economia

Os homens que tramaram Ricardo Salgado

Três testemunhas tiveram um papel decisivo na condenação do ex-presidente do BES por atos dolosos de gestão ruinosa e, entre outras irregularidades, prestação de informações falsas: Machado da Cruz, José Castella e Pierre Butty

ilustração Hélder Oliveira

Fixe estes três nomes: Francisco Machado da Cruz, José Castella e Pierre Butty. Provavelmente não lhe dizem nada mas não devem sair da cabeça de Ricardo Salgado, o ex-presidente do Banco Espírito Santo. Foram os três testemunhos, entre 100 outros, que bastaram para que o Banco de Portugal condenasse o ex-banqueiro por atos dolosos de gestão ruinosa e prestação de informações falsas, entre outros ilícitos. Sem estes depoimentos dificilmente teria sido possível condenar Salgado como o cabecilha da falsificação das contas da ESI e chegar a uma condenação desta natureza. A ‘fatura’ foi de €3,7 milhões confirmados, no final de abril, pelo Tribunal da Concorrência, Regulação e Supervisão, em Santarém, para onde Salgado recorreu da condenação do BdP de 2016.

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