Economia

Eduardo Catroga: “Centeno não vai admitir indisciplina financeira”

tiago miranda

O gestor e ex-ministro das Finanças não acredita que Mário Centeno deixe derrapar as contas em 2019 mas avisa que a consolidação está a ser de “fraca qualidade”. Sobre a EDP, recusa a existência de rendas excessivas e espera arquivamento do processo da PGR

João Silvestre

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Editor de Economia

Miguel Prado

Miguel Prado

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Jornalista

Tiago Miranda

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Na semana anterior ao lançamento das suas memórias como gestor, economista e também político, Eduardo Catroga abre o livro sobre o que pensa da atual estratégia orçamental do Governo. Acredita que o ministro das Finanças não vai deixar as contas derrapar em 2019, mas avisa que a consolidação está a ser de má qualidade.

Passaram sete anos desde que negociou o Orçamento do Estado para 2011 em nome do PSD. Pelo meio, houve um resgate da troika. Que balanço faz destes anos, agora que temos um défice de quase 0%, com o desemprego abaixo de 7%...
Graças ao programa da troika!

E como está o país agora?
Há uma fraca qualidade da consolidação orçamental em 2016 e 2017. É da história económica que após um período de correção dos desequilíbrios económico-financeiros há um período de recuperação da economia. Foi assim em 1977, em 1983-84, e com o programa 2011-2014.

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