• Economia

    Abílio Ferreira

    A batalha jurídica na Mota Ceramic Solutions está agora a começar e conheceu novos desenvolvimentos. A Oxy Capital afastou Carlos Mota da administração depois do tribunal reconhecer que violou o “dever de lealdade” e “relação de confiança”. Agora,a família Mota ganhou uma providência cautelar que destitui os gestores cooptados e impede a venda de ativos do grupo

  • Chamem-me o que quiserem

    Henrique Monteiro

    O antigo primeiro-ministro e líder do PS escreve no ‘Público’ um artigo a desmontar o que o mesmo diário referiu ontem sobre a sua ação e do seu Governo, ligado ao BES e a outros elementos, na evolução da velha PT. Não está em causa o direito de o fazer, nem vou defender o trabalho do jornal, que referi aqui abundantemente; não tenho procuração para isso, nem aquela redação necessita de ajuda. Podia, até, acreditar neste e naquele ponto que Sócrates enfatiza, não fosse o caso de o último parágrafo o desmascarar por completo

  • Chamem-me o que quiserem

    Henrique Monteiro

    Um cidadão chega de férias e não está preparado para uma coisa assim. 10 páginas de jornal, não menos, onde se reenquadra, recorda e revela, pela mão da jornalista Cristina Ferreira, o que foi a ação na PT daquele que foi o banco do regime, o BES, e do seu presidente, Ricardo Salgado, do ex-primeiro-ministro português José Sócrates, de parvenus como Nuno Vasconcellos, dos envolvidos nos maiores escândalos da política brasileira, que vão do ‘mensalão’ ao ‘lava-jato’, e de como tudo isto se conjuga, metendo pelo meio secretas, maçons, ministros, lobistas e o que mais for. Aqui chegado, hesito entre os sentimentos e os factos descritos em dois livros de autores diferentes, que depois de grandes amigos cortaram relações: ‘A Peste’, de Albert Camus e ‘ A Náusea’, de Jean-Paul Sartre

  • Chamem-me o que quiserem

    Henrique Monteiro

    Soube, assim como que por acaso, que o Estado pede 1,25 milhões de euros que o empresário da Ongoing Nuno Vasconcellos lhe deve. Além do Estado (neste caso a Parvalorem, ou o que resta dos ativos tóxicos do BPN), também o Novo Banco herdou do BES a dívida de 12 milhões; por fim, o BCP é credor do mesmo empresário do valor de 9,7 milhões. Ao todo, Nuno deve 22,95 milhões e tudo o que tem em seu nome é… uma mota de água