Sociedade

Nem tudo o fogo levou

Rui Duarte Silva

Há um ano, em Pedrógão Grande, a morte chegou em silêncio. Quando o país acordou, já nada havia a fazer. Apesar da dor as pessoas não baixaram os braços. Perderam familiares e património, mas a região tenta reagir

Há novos negócios, gente que escolhe ir para lá viver. 
Depois da surpresa das mortes, o espanto da vida. Depois do pesadelo das chamas, a população começa a sonhar com uma vida renascida das cinzas. Mas não são apenas os filhos da terra que demonstram um amor incondicional à região e que enfrentam de olhos semicerrados a incógnita criada pela destruição. Em Pedrógão a esperança é fogo que arde e se Vê.

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