Sociedade

Da Baixa ao Castelo, há carteiristas em cada esquina

Luís Barra

Dezenas de grupos atuam em Lisboa. Turistas apresentam, em média, 20 queixas por dia, mas o número real de furtos é muito superior.

Durante dois dias, o Expresso acompanhou as equipas à paisana de investigação criminal da PSP pela zona histórica de Lisboa, onde atuam dezenas de grupos de carteiristas, muitos dos quais com cadastro acumulado noutros países europeus. São redes itinerantes — ou Grupos Móveis de Crime Organizado (GMCO), como lhes chama a Europol — que se movem pela Europa ao ritmo do turismo.

Para a Polícia, o fenómeno deveria ser combatido com medidas de coação mais gravosas e até com a possibilidade de expulsão do país para estrangeiros reincidentes neste crime.

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