“Quem quer viver para sempre?”
20.03.2019 às 18h34
A conferência “Medicina Humanizada: Envelhecimento ou Longevidade”, em Lisboa, vai reunir especialistas para discutir o que é contribui para uma maior e melhor longevidade
Getty
Cada vez mais, a tecnologia pode estar ao serviço da longevidade através de robótica, edição genética, monitorização remota, big data ou impressão 3D. “A grande mudança de paradigma é prevenir o que uma pessoa pode vir a ter e adotar soluções antes das consequências”, diz Joana Santos Silva, que vai participar esta quinta-feira na conferência “Medicina Humanizada: Envelhecimento ou Longevidade”. Chegar aos 120 anos em 2050 é uma das possibilidades
Já se sabe que o envelhecimento é uma realidade presente e futura na sociedade portuguesa. É nesse sentido que apontam os dados estatísticos e por isso cada vez mais académicos e demógrafos defendem a necessidade de olhar para este fenómeno de uma forma diferente, aprender a geri-lo e tirar partido, por exemplo, do que a tecnologia é capaz de oferecer.
“Quem quer viver para sempre?”, questiona Joana Santos Silva, farmacêutica e professora na Universidade Católica, que irá participar esta quinta-feira na conferência “Medicina Humanizada: Envelhecimento ou Longevidade?”, em Lisboa, organizada pela farmacêutica Astellas Pharma. Usar a tecnologia para prevenir uma doença em vez de a ter de gerir um dia mais tarde, perdendo qualidade de vida, é parte da discussão.
Para continuar a ler o artigo, clique AQUI
(acesso gratuito: basta usar o código que está na capa da revista E do Expresso. Pode usar a app do Expresso - iOS e Android - para descarregar as edições para leitura offline)