Diário

“Quem quer viver para sempre?”

A conferência “Medicina Humanizada: Envelhecimento ou Longevidade”, em Lisboa, vai reunir especialistas para discutir o que é contribui para uma maior e melhor longevidade

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Cada vez mais, a tecnologia pode estar ao serviço da longevidade através de robótica, edição genética, monitorização remota, big data ou impressão 3D. “A grande mudança de paradigma é prevenir o que uma pessoa pode vir a ter e adotar soluções antes das consequências”, diz Joana Santos Silva, que vai participar esta quinta-feira na conferência “Medicina Humanizada: Envelhecimento ou Longevidade”. Chegar aos 120 anos em 2050 é uma das possibilidades

Raquel Albuquerque

Raquel Albuquerque

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Jornalista

Já se sabe que o envelhecimento é uma realidade presente e futura na sociedade portuguesa. É nesse sentido que apontam os dados estatísticos e por isso cada vez mais académicos e demógrafos defendem a necessidade de olhar para este fenómeno de uma forma diferente, aprender a geri-lo e tirar partido, por exemplo, do que a tecnologia é capaz de oferecer.

“Quem quer viver para sempre?”, questiona Joana Santos Silva, farmacêutica e professora na Universidade Católica, que irá participar esta quinta-feira na conferência “Medicina Humanizada: Envelhecimento ou Longevidade?”, em Lisboa, organizada pela farmacêutica Astellas Pharma. Usar a tecnologia para prevenir uma doença em vez de a ter de gerir um dia mais tarde, perdendo qualidade de vida, é parte da discussão.

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