O que o FMI disse das políticas de Centeno
27.07.2019 às 19h03
KAREN BLEIER/Getty Images
Sacrifício do investimento público e regresso das 35 horas no rol das críticas da instituição ao ministro das Finanças português
A relação entre Mário Centeno e o Fundo Monetário Internacional (FMI) não tem sido um mar de rosas. Entre altos e baixos, a instituição até agora liderado pela francesa Christine Lagarde tem elogiado os esforços do português, sem o poupar a críticas.
Ao relaxar a meta do défice de 2016 para 2,6% do PIB, Mário Centeno estreou-se em Bruxelas com um chumbo ao seu primeiro esboço orçamental. E as críticas do FMI às reversões das medidas da troika não se fizeram esperar. Na administração pública, o FMI alertou que “a reposição da semana de 35 horas pode gerar um acréscimo dos gastos com o pagamento de horas extraordinárias”. Na política fiscal, também não lhe perdoou a “mudança do foco para o apoio aos sectores não-transacionáveis em detrimento da maior competitividade”, ao suspender a descida do IRC e descer o IVA da restauração.
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