• Tomavam banho vestidos, não gostavam de sol: as praias de antigamente

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    Tomavam banho vestidos, não gostavam de sol: as praias de antigamente

    23.08.2019 às 8h12

    Manuela Goucha Soares e Joana Beleza

    O banho de mar acalmava os nervos. Homens, mulheres e crianças, mergulhavam vestidos, sob o olhar atento do banheiro. O banho de sol não era recomendado. Ricos e pobres iam a banhos nas mesmas praias, mas não se cruzavam. O Expresso desafia os leitores a viajarem de Norte a Sul do país por nove estâncias balneares mencionadas num guia publicado 1918

  • Nunca a probabilidade de eles morrerem foi tão alta

    Multimédia Expresso

    Nunca a probabilidade de eles morrerem foi tão alta

    06.08.2019 às 20h58

    Marta Gonçalves

    “Embora o número de pessoas que têm deixado a Líbia seja o mais baixo de sempre, a probabilidade de as pessoas morrerem durante a tentativa de fazer a travessia nunca foi tão alta.” Porquê? “Temos sido constantemente impedidos de realizar a nossa missão de salvar vidas”, explicam os Médicos Sem Fronteiras. Mas agora há o Ocean Viking

  • Reportagem multimédia: Há 50 anos o Homem pisou a Lua. Será que em breve irá lá tirar selfies como turista?

    Multimédia

    Reportagem multimédia: Há 50 anos o Homem pisou a Lua. Será que em breve irá lá tirar selfies como turista?

    19.07.2019 às 0h00

    Pouco depois dos primeiros passos de Neil Armstrong na Lua, no momento em que o astronauta Buzz Aldrin descreve a paisagem lunar como uma “magnífica desolação”, torna-se claro que não há vida nem "homenzinhos verdes" atrás daquelas rochas para partilhar os segredos do Universo com o Homem. Mas, cinquenta anos depois, e com os olhos postos na exploração de Marte, fará sentido começar a planear viagens de turismo no Espaço como quem vai a Machu Picchu tirar uma selfie?

  • Outros ‘prédios Coutinhos’: “Se me despejarem vão ter de me levar à força”

    Multimédia Expresso

    Outros ‘prédios Coutinhos’: “Se me despejarem vão ter de me levar à força”

    02.07.2019 às 22h03

    GONÇALO FONSECA (FOTOS E TEXTO) PEDRO LOURENÇO E TIAGO PEREIRA SANTOS (WEB DESIGN) MARIA ROMERO (WEB DEVELOPER) JOÃO CARLOS SANTOS (EDITOR DE FOTOGRAFIA)

    De um lado está o senhorio com ameaças de cortar água e luz, mandar demolir o edifício e integrar os moradores mais idosos num lar. Do outro estão 16 famílias residentes no prédio Santos Lima, em Marvila, Lisboa. Há mais de um ano que se recusam a sair. Vivem na zona oriental da capital há dezenas de anos e sabem que os preços da habitação na freguesia inflacionaram mais do dobro em poucos meses. Os proprietários, duas empresas de compra e venda de imóveis, alegam que o prédio pode ruir, mas a Câmara já intimou os proprietários a fazer obras de recuperação do edifício sem despejar os moradores. O impasse não tem fim à vista

  • Porque é que ter o poder em Istambul é tão importante?

    Multimédia Expresso

    Porque é que ter o poder em Istambul é tão importante?

    22.06.2019 às 14h07

    João Santos Duarte

    Foi disputada ao longo dos séculos por impérios e conquistadores, e agora é o epicentro do mais recente sismo político na Turquia. As eleições para a câmara de Istambul estão a ser repetidas este domingo, depois dos resultados de 31 de março que deram a vitória à oposição terem sido contestados pelo partido do Presidente Erdogan. Ganhe quem ganhar, a cidade e o país estão divididos ao meio. Mas por que razão Istambul é tão decisiva? Reportagem vídeo na cidade que pode decidir muito sobre o futuro político da Turquia nos próximos anos

  • Hospital de São João já ressuscitou 50 doentes

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    Hospital de São João já ressuscitou 50 doentes

    Um programa pioneiro do Centro Hospitalar do São João dá tempo a quem não o tem. Os doentes são ligados a uma máquina que substitui coração e pulmões e que salva vidas dadas como perdidas. E os que não conseguem ser salvos podem ajudar quem desespera por um rim. A equipa está preparada para avançar para o transplante de pulmões e diz que só falta “vontade política” para aumentar em até 40% a capacidade de transplantação

  • O sofrimento nos olhos deles

    Multimédia Expresso

    O sofrimento nos olhos deles

    06.06.2019 às 8h00

    Paula Alves Silva

    As ruas estão cheias de crianças. Algumas descalças, outras desnudas. A pele e a roupa sujas. Um laço rosa enfeita a cabeça das meninas, mas não esconde a pobreza. A 8 de junho assinalam-se sete anos do início de um dos conflitos mais violentos contra a minoria étnica muçulmana Rohingya, de Myanmar. Foi em 2012. O conflito piorou. Há dois anos, a fuga de mais de 740 mil Rohingyas fez com que nascesse no sul do Bangladesh o maior campo de refugiados do mundo. Em apenas três meses. São hoje 1,2 milhões de pessoas dependentes de assistência humanitária. Veja e leia esta reportagem multimédia