Arons de Carvalho, antigo secretário de Estado e fundador do PS, será mandatário da terceira candidatura de António Costa ao cargo de secretário-geral do PS
O secretário de Estado norte-americano, Rex Tillerson, foi demitido pelo Presidente Donald Trump após meses de divergências. Para o seu lugar entra o diretor da CIA, Mike Pompeo, que deixa o seu lugar a Gina Haspel, primeira mulher nesse cargo. O especialista em política internacional Miguel Monjardino explica porque é que a demissão de Tillerson era esperada, e não só pela “falta de química” entre Trump e o seu ministro dos Estrangeiros, e antevê uma corrida contra o tempo para a realização da “cimeira do século”
Feliciano Barreiras Duarte incluiu na sua biografia oficial o estatuto de “visiting Scholar” da Universidade da Califórnia, em Berkeley, onde nunca esteve. Já retirou o título do seu currículo e argumenta que dele “nunca” tirou “qualquer benefício”
Na segunda audição perante a comissão parlamentar de inquérito que tem por objeto apurar a atuação do Governo na nomeação, gestão e demissão da anterior administração do banco público, António Domingues explicou ainda que “os SMS estão no meu telemóvel, ninguém os viu a não ser eu e os interlocutores”
Um dia depois de reconhecer que Teerão está a respeitar o acordo nuclear de 2015, Rex Tillerson acusa o país de estar a minar os interesses dos EUA no Líbano, no Iraque, na Síria e no Iémen
Esta quarta-feira, o secretário de Estado norte-americano recebe em Washington ministros e representantes de 68 países para discutir a ameaça do autoproclamado Estado Islâmico. É a primeira vez que todos os membros da coligação internacional liderada pelos EUA se encontram desde dezembro de 2014
Uma semana depois de o Supremo Tribunal da Coreia do Sul ter destituído a Presidente Park Geun-hye, abrindo a porta a uma viragem política mais favorável a Pyongyang, secretário de Estado norte-americano viaja até ao país para negociar alteração da estratégia conjunta face ao Norte, depois de “20 anos de diplomacia falhada”
Há momentos em que a exigência tem de ser ainda maior do que em tempos normais. E durante os anos 2011-2015, em que Portugal foi sujeito a um draconiano programa de ajustamento financeiro, essa exigência teria de ser forçosamente muito maior para com todos aqueles que tentaram (e pelos vistos conseguiram) escapar ao esforço solidário para ajudar o país a sair da crise