Donald Trump ameaça libertar mais de 800 combatentes do Estado Islâmico, caso a Europa não assuma a responsabilidade pela repatriação e julgamento dos radicais
Shamima Begum quer regressar a Londres. Tem 19 anos e está grávida. As autoridades já asseguraram que ninguém será colocado em risco para a ir buscar ao campo de refugiados no norte da Síria. “Se apoiou um organização terrorista, não vou hesitar em prevenir o seu regresso”, disse o responsável pelos assuntos internos britânicos
Sem arrependimentos de ter escapado para a Síria e de se ter casado com um soldado do autoproclamado califado, Shamima Begum, hoje com 19 anos, vive agora num campo de refugiados. Está grávida e quer regressar ao Reino Unido. Governo recusa pôr vidas em risco para ir buscar “terroristas de um estado falhado”
Ancara está a negociar com Washington criar e controlar uma faixa de segurança de 32 quilómetros de largura, ao longo da fronteira turco-síria, expulsando as milícias sírias curdas (aliadas dos EUA na luta contra o Daesh)
Para a zona fronteiriça de Elbeyli, na província turca de Kilis, foram encaminhadas unidades militares, canhões tipo Howitzer (canhões de cano curto) e baterias de artilharia
Uma bola sem árvore, uma ceia com avós mas sem os netos, a saudade de tantos. E a luz, sempre a luz a brilhar. Nas lâmpadas e nos olhos de quem a quer ver. Porque é Natal, lá na Síria e aqui em Portugal. É Natal e há sempre tanta gente que falta. Um conto natalício sob a forma de retratos reais dos abraços que o pensamento é capaz de dar quando faltam os braços para se agarrar
Chegou a Estugarda ao abrigo de um programa de proteção de refugiados com a mãe e o irmão. Ashwaq faz parte da minoria yazidi e, anos antes de chegar à Europa, foi raptada e violada por militantes do daesh. Um desses homens era Abu Humam. Os dois reencontraram-se junto a um supermercado na cidade alemã: “és a Ashwaq, não és?”
Já é tradição: todos os anos o presidente russo responde a uma série de perguntas colocadas pelos seus cidadãos. As repostas de Putin são depois transmitidas pela televisão estatal e este ano ouviram-se coisas como “não prevemos uma retirada das forças neste momento [da Síria]”, “[os países do ocidente] veem a Rússia como uma ameaça” e “a ideia de uma terceira Guerra Mundial pode ser o fim da civilização e devia impedir a tomada de decisões extremas”
Equipa da Organização para a Proibição de Armas Químicas (OPAQ) conseguiu por fim acesso à cidade síria que terá sido alvo de um ataque químico no passado dia 7 de abril. A garantia foi dada pelo ministério dos negócios estrangeiros russo. Inspectores recolheram várias amostram num dos locais do ataque