Jornal britânico The Guardian revela que a União Europeia, determinada a evitar a incerteza dos pedidos de extensão de três meses, estaria disponível para um adiamento da saída do Reino Unido
Com a ajuda humanitária transformada num braço de ferro entre o governo de Nicolas Maduro e o autoproclamado presidente interino, há já notícia de feridos e vítimas mortais
O Presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, desafiou hoje em Caracas o autoproclamado Presidente interino Juan Guaidó, por não ter convocado ainda eleições presidenciais antecipadas no país
May acredita que as alterações poderão permitir que o Acordo de Saída negociado pelo Governo britânico com Bruxelas passe no Parlamento, pelo que vai reiterar a necessidade de conseguir essas garantias
Posição foi subscrita por António Costa e pelos chefes de Estado e de Governo da França, Itália, Grécia, Malta e Chipre. Os líderes deste grupo de países da União Europeia afirmaram que pretendem “proceder à ratificação do acordo
Na abertura do debate, Theresa May apelou aos deputados britânicos que enviassem uma mensagem “enfática e clara” do Brexit que querem. O objetivo é o de apresentar um novo acordo a Bruxelas até 13 de fevereiro
A primeira-ministra acredita que há questões jurídicas que têm de ser trabalhadas e pretende que assim o Parlamento tenha mais tempo para debater e votar o acordo para a saída do Reino Unido da União Europeia
No Conselho de Segurança das Nações Unidas, o secretário de Estado norte-americano Mike Pompeo pediu este sábado que fosse dado apoio a Juan Guaidó, exortando os países a suspenderem as transações financeiras com o regime venezuelano de Nicolás Maduro
Um país, dois Presidentes. A autoproclamação como líder venezuelano de Juan Guaidó despertou uma série de reações internacionais, muitas em seu favor - a primeira foi dos EUA. No entanto, há países que não o reconhecem como Presidente e continuam ao lado de Nicolás Maduro. Veja aqui as posições assumidas e quais os países que não tomaram partido