a representante da Comissão Europeia em Portugal sublinhou que "o SummerCemp é organizado para estimular o debate sobre assuntos europeus e não é para estimular nem debates parlamentares, nem debates partidários, muito menos é um espaço de pré-campanha, nem de campanha eleitoral"
Depois de Carlos Zorrinho ter dito à Antena 1 que Elisa Ferreira era uma escolha da presidente da Comissão Europeia, o primeiro-ministro revelou que se tratou de uma escolha "inteiramente nacional". Elisa Ferreira disse ser uma "enorme honra" ser candidata a comissária
Antes do encontro com Elisa Ferreira, a comissária portuguesa indigitada, o primeiro-ministro recebeu na sua residiência oficial Carlos Moedas, o comissário europeu cessante
Primeiro-ministro afasta definitivamente qualquer coligação à esquerda - “Impossível” -, mas reafirma abertura negocial, tenha ou não maioria absoluta. Compromete-se com aumentos salariais “ambiciosos” logo “no início da legislatura”. Conta com Mário Centeno - “não tenho nenhuma razão para duvidar”. E não responde a duas perguntas: se o seu adversário é o BE ou o PSD? E se admite deixar derrapar o défice caso uma crise económica internacional lhe fure os planos: "Será problemático, mas hoje estamos melhor preparados". Reacção nas redes à entrevista do PM à TVI: 58% achou Costa “mal”, 42% achou-o “bem”
Dados já recolhidos pela Lusa em 18 dos 22 círculos permitem concluir que em todos eles vão ser igualados ou ultrapassados os 17 partidos que concorreram em 2011, eleição que registava até agora o maior número de candidaturas em legislativas
Social democrata destacou a competência da atual vice-governadora do Banco de Portugal e acrescentou que o perfil que tem poderá encaixar-se em várias pastas.
Confessando que vai sentir “saudades” de Bruxelas, Carlos Moedas rejeitou indicar qual a pasta que deveria ser atribuída a Elisa Ferreira, sublinhando que a antiga ministra do Ambiente possui um background em diversas áreas
Assunção Cristas disse esta semana ser “perfeitamente possível” e “desejável” que os partidos do centro-direita conversem no sentido de viabilizar uma “geringonça à direita”, mas Rui descarta essa possibilidade. “Os partidos vão sozinhos às eleições”, depois logo se vê, sugeriu